Espetáculos de Fado

Onofriana

A Herança Feminina do Fado

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A Herança
Feminina do Fado

Sou a Onofriana.

Nasci de um nome que a história quase deixou cair no silêncio. Maria Severa Onofriana — a primeira voz que o fado reconheceu como sua. A história guardou o nome Severa. Onofriana ficou mais escondido, quase íntimo, como certas palavras que pertencem apenas a quem conhece verdadeiramente o lugar de onde vieram.

É desse nome que parto.

Existo para levar o fado onde ele pode ser ouvido com atenção. Não como cenário, não como curiosidade — como presença cultural com história, com peso e com memória.

O fado não se anuncia.
Acontece desde a primeira voz.

Trabalho com empresas, instituições e famílias que reconhecem a diferença entre entretenimento e cultura. Lugares onde a música não é ruído de fundo, mas parte do momento. Onde se sabe que certas tradições continuam vivas porque alguém as mantém com seriedade.

Descrição

Onofriana · Portugal

Vídeo · Em breve

O gesto
que permanece

O fado nasce sempre de um lugar. Primeiro é o silêncio — a sala que se recompõe, a respiração que abranda. Depois vem a música. Uma guitarra que começa devagar, uma voz que encontra o seu caminho.

Cada atuação nasce de um princípio simples: criar um momento onde a música encontra o seu lugar e quem escuta se torna parte dele. Não como espetáculo que passa — como instante que permanece.

O contexto muda. O princípio permanece: o fado apresenta-se com rigor, com respeito pelo seu território e com a presença que esta música exige.

1820 — 1846

Maria Severa Onofriana
a primeira fadista

Em 1820, na Madragoa — bairro de pescadores à beira do Tejo — nasceu Maria Severa Onofriana. Filha de uma vendedeira de peixe, cresceu entre a rua e a música, entre a pobreza e o talento que nenhuma circunstância conseguiu conter.

Cantou nas tascas da Mouraria, nos salões do Conde do Vimioso, nos becos que ainda hoje guardam a memória da sua voz. O fado nasceu nas casas pequenas onde a noite se prolongava entre vozes e guitarras, e onde cada canção carregava mais do que melodia — carregava vida, destino, território.

Morreu em 1846, com vinte e seis anos, na Rua do Capelão. A história guardou o nome Severa. O nome Onofriana ficou — íntimo, raro, verdadeiro.

É esse nome que escolhemos para nos apresentar ao mundo.

Alguns dos formatos
possíveis

Cada espetáculo nasce em diálogo com o lugar e o momento. Os formatos abaixo são pontos de partida — não limites. Falemos antes de decidir.

— 01

Espetáculo
de Sala

45 a 75 minutos

Para auditórios, teatros municipais e salões nobres. As canções são apresentadas com contextualização histórica e poética — para públicos exigentes e audiências internacionais.

— 02

Receção
Oficial

20 a 30 minutos

Adaptado a contextos protocolares, visitas de Estado e receções a delegações nacionais e internacionais. Discrição, rigor e presença em cada detalhe.

— 03

Evento
Corporativo

Duração personalizável

Para empresas que querem oferecer aos seus convidados uma presença portuguesa a que muito poucos têm acesso. Cada sessão é construída em diálogo com o cliente.

— 04

Sessão com
Mediação Cultural

60 a 90 minutos

Com contextualização histórica sobre o fado, o seu estatuto UNESCO e a sua ligação ao território. Ideal para públicos escolares, turísticos ou internacionais.

O fado
espera

Cada espetáculo começa antes da primeira guitarra. Começa numa conversa onde se compreende o lugar, o momento e o público que irá escutar.

Há eventos que pedem proximidade e silêncio. Outros pedem presença e solenidade. O fado sabe encontrar o tom certo quando o espaço é respeitado.

Se deseja levar o fado ao seu evento, escreva-nos. Conte-nos o contexto, o espaço e a ocasião. A partir daí, a música encontrará o seu caminho.